SÉRIE: ODE AOS OITO – SUL
CAMPEONATO: SÉRIE D 2026
CAPITULO I
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| Imagem gerada por I.A. |
O AZULÃO QUER SER FÊNIX

Nesta ODE AOS OITOS da Série D, que por ter se ampliado em
dezesseis grupos, pegamos os grupos A-09 a A-16 para fora dois ondes. Estamos
aqui na Ode Sul.
No grupo 09 começamos com o Retrô-PE que tem melhor
classificação no Ranking da CBF. Mas não conseguiu ressurgir das cinzas do
rebaixamento ao enfrentar o Galo de Campina Grande. Começou com a bala do
Vinícius e terminou com Petrocelli, nome de guerreiro itálico. Três a zero para o Treze.
E o treze seguiu mandando bala, mas o Lagarto, na segunda
rodada, superou o alvinegro paraibano superou o Treze como um dinossauro de
Souza. E em um jogo de nove gols, deu o réptil de Sergipe, cinco a quatro.
Já no A-10, de baianos e alagoanos, o CSA-AL fincou o pé na
aridez da ponta sul do Nordeste. O azulão superou dois baianos, três a zero no
carcará em casa e três a um no leão fora de Riachão do Jacuípe fora. Segue
firme na tentativa de voltar para a C, e quem sabe, duelar com os regatinos.
No A-11, começa com o reinado do Galo de Campo Grande. O
operário da federação penúltima do Ranking, é o primeiro em termos de clubes,
que em Abecat e Betim estreando. E foi justamente contra o Betim que o Operário
ficou no empate enquanto o Uberlândia venceu o outro estreante fora de casa, e
tomando topo do grupo. Mas na segunda rodada o verdão do triângulo foi superado
em casa pelo azulão sulmatogrossense, trazendo o topo de volta para os
pantaneiros.
Já no topo do A-12, é natural que o rebaixado comece no topo
assim como Retrô e CSA. Mesmo com a vitória em terras capixabas, o Porto se
importou e venceu outro capixaba marcando mais gols, indo para a segunda rodada
acima. Mas no confronto entre eles, o Tombense deu uma rasteira o litorâneo do
sul baiano e fez três em seus domínios, retomando que parece lhe pertencer.
No A-13 o topo começou tendo outro mineiro, o dragão do sul
do estado que se meteu em um grupo de cariocas e paulistas. Mesmo vencendo em
seus domínios, o gramado do Irmão Gino Maria Rossi, o Netuno de Diadema jogou
água em seu fogo, vencendo o Brasinha em Ina”mar”. Mas quem é Luso sabe
navegar. E na segunda rodada foi a Portuguesa da Ilha que tomou o topo do grupo
ao vencer também o Brasinha que não ajudou o Dragão, a não ser impedir que o
mitológico do Mandu seja o último.
No A-14, sem mineiro se intrometendo, tudo começa com a
pantera alaranjada vindo de boas campanhas de edições anteriores, mas permanecendo
como via ranking. Mas não estreou de forma vexaminosa idêntica ao América por
causa de um gol marcado no Barão da Serra Negra, que arrancou o time da Baixada
fluminense do topo, mas devolvendo para o Tsunami carioca que também tem
tornado o caldo do orgulho da baixada mais azedo e retornando o topo para um
carioca.
No primeiro dos grupos de sulinos, o A-15, outro que segue
em 2026 pelo ranking de boas campanhas anteriores, e que andou rastejando no
estadual. O Cascavel na sua casa venceu, mas o seu conterrâneo, o leão, mais ao
norte rugiu forte sobre o bugre da fronteira, o mais sulino dos clubes desta
série D. No entanto, mais rastejante que o Cascavel em seu estadual, o
Joinville que venceu o seu primeiro adversário gaúcho, São Luiz, empatou o
segundo na campanha gaúcha e tomou o topo.
Ainda no sul, A-16 começa com o remanescente Zequinha, que
levou três do emergente Blumenau, e começa a se afundar em sua própria areia
movediça. Em São José dos Pinhais, na segunda afundou um pouco mais, enquanto os
cervejeiros do vale do Itajaí seguem no topo juntamente com seus irmãos de
origem alemã, cada um liderando seu grupo e indo para a terceira rodada.
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